Como funciona
Do relato no posto à decisão de risco
Cinco passos pelo console, com a planta do mapa ilustrada. Avança sozinho; use as setas para ir no seu ritmo.
Metodologia
Como o KABAT decide o que importa
Um relatório de ocorrência sozinho diz pouco. O que informa é o padrão, e um padrão só aparece quando alguém junta semanas de registros, coisa que ninguém faz lendo um caderno por vez. O KABAT faz essa leitura sozinho, seguindo os quatro passos que um profissional de segurança faria à mão se tivesse tempo de revisar tudo todo dia.
Cada relato entra com a fala original anexada.
Quando o vigilante fala, o sistema guarda a transcrição original junto do relatório estruturado. Cada conclusão aponta o trecho exato da fala que a originou.
Toda ocorrência é lida contra o histórico.
O KABAT cruza cada novo relato com o histórico do mesmo posto e também com o dos outros. A fechadura quebrada três vezes vira um padrão; o mesmo veículo relatado em dois postos diferentes vira alerta de padrão cruzado. Três vigilantes que nunca se falaram, e o painel junta o que cada um viu.
A prioridade é calculada, não sentida.
O índice de atenção de cada posto soma fatores à vista: a gravidade dos registros, a recorrência da mesma entidade no local e os registros feitos fora do raio do posto. Você vê por que aquele posto está no topo da lista, não só que está.
Nada se apaga, nem por nós.
Toda ocorrência entra numa trilha conferível do começo ao fim. Uma correção posterior não substitui o registro original: entra como novo registro, com data e autor, e qualquer mexida aparece na verificação da cadeia.
É a sequência que uma leitura de risco profissional segue na prática. O KABAT a executa todo dia, sem depender de alguém ter tempo de revisar caderno.
Veja na sua própria operação
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