Pré-lançamento. Primeiro piloto em operação a partir de outubro de 2026.

Perguntas frequentes

As dúvidas que quem entende do assunto faz

Reunimos as perguntas difíceis, as que testam se a ferramenta aguenta o uso real. As respostas mostram o mecanismo e admitem as fronteiras.

Como o índice de atenção é calculado?
É uma soma ponderada dos relatos do posto na janela: cada ocorrência entra com um peso conforme a gravidade, e recorrência da mesma entidade e registro fora do raio do posto somam à parte. A soma não tem teto, então o número cresce com o volume e serve para ordenar por onde olhar primeiro, não para medir risco. Na tela de indicadores o número vem sempre com a conta e os fatores ao lado; nos atalhos do mapa e da lista de postos aparece só o número e o nível.
E se a transcrição da voz errar?
Nenhum relatório vale como aprovado sem revisão. A transcrição e a estruturação são uma sugestão; o supervisor confere contra o áudio original, que fica preservado, e aprova. Enquanto não aprova, a ocorrência continua circulando marcada com o status em que está, inclusive no relatório diário do posto. Vale dizer o limite com todas as letras: hoje o supervisor aprova, e só isso. A plataforma ainda não deixa reescrever o texto sugerido nem trocar a gravidade, e descartar só é possível quando o processamento do áudio falhou. A aprovação fica na trilha com autor e data.
E numa emergência acontecendo agora?
O KABAT é registro e leitura de padrão, não central de monitoramento em tempo real. Numa emergência em andamento, quem responde é a sua equipe e os canais de pronta-resposta. O papel do KABAT vem antes, antecipando o que se repete, e depois, organizando o que foi relatado.
Quem pode editar a trilha depois?
Ninguém edita ou apaga um registro já gravado. Uma correção entra como novo registro na trilha, com data e autor, e a original permanece. A cadeia é verificável elo a elo, e qualquer alteração fica evidente, inclusive se partir de nós.
E se o vigilante simplesmente não registrar nada?
O painel acompanha o volume de registros de cada posto contra a própria média das semanas anteriores e sinaliza quando algo foge do padrão. Um posto que ficou em silêncio salta à vista. Posto que registra pouco não é posto tranquilo; é posto cego.
Como se decide a gravidade de um relato ambíguo?
A gravidade sugerida pela plataforma é só um ponto de partida. Quando a confiança da análise fica abaixo do limiar, ou o tipo é de alto impacto como furto e invasão, o relato não segue direto: entra na fila e aparece no painel como “Precisa revisão”. O supervisor confere com o áudio original ao lado e aprova. Reclassificar a gravidade dentro da plataforma ainda não é possível, então onde a sugestão não convence a decisão é de quem lê o relato inteiro, não do rótulo.
O sistema cruza a foto com a fala automaticamente?
Não por visão computacional. A conferência entre o relato e a foto é humana. A plataforma guarda os dois juntos e aponta a evidência; quem confirma é o supervisor.
Como confio que ninguém ajustou o registro por dentro?
O áudio original de cada relato é preservado junto do relatório estruturado. Somado à trilha que só aceita novos registros, qualquer ajuste posterior deixa rastro. Nenhum software resolve má-fé na origem; o que o KABAT garante é que nada é ajustado em silêncio.
O que acontece com os dados se eu cancelar?
Documentos de cobrança seguem os prazos legais. O restante é mantido enquanto durar a relação e pelo tempo necessário ao exercício de direitos, depois eliminado ou anonimizado. Os detalhes estão no Aviso de Privacidade.
Quem está por trás do KABAT tem experiência real de campo?
Cada decisão de produto vem de prática real em segurança física: por que o relatório cita a fonte, por que a trilha não se edita nem por nós, por que o índice de atenção explica a própria conta. As posições que guiam o produto, e onde não abrimos mão, estão na página Sobre.

Ficou uma pergunta de fora?

Faça na demonstração, com a plataforma na sua frente, ou escreva. Quem responde conhece o produto por dentro.

Agendar demonstraçãoFalar com a gente