Perguntas frequentes
As dúvidas que quem entende do assunto faz
Reunimos as perguntas difíceis, as que testam se a ferramenta aguenta o uso real. As respostas mostram o mecanismo e admitem as fronteiras.
- Como o índice de atenção é calculado?
- É uma soma ponderada dos relatos do posto na janela: cada ocorrência entra com um peso conforme a gravidade, e recorrência da mesma entidade e registro fora do raio do posto somam à parte. A soma não tem teto, então o número cresce com o volume e serve para ordenar por onde olhar primeiro, não para medir risco. Na tela de indicadores o número vem sempre com a conta e os fatores ao lado; nos atalhos do mapa e da lista de postos aparece só o número e o nível.
- E se a transcrição da voz errar?
- Nenhum relatório vale como aprovado sem revisão. A transcrição e a estruturação são uma sugestão; o supervisor confere contra o áudio original, que fica preservado, e aprova. Enquanto não aprova, a ocorrência continua circulando marcada com o status em que está, inclusive no relatório diário do posto. Vale dizer o limite com todas as letras: hoje o supervisor aprova, e só isso. A plataforma ainda não deixa reescrever o texto sugerido nem trocar a gravidade, e descartar só é possível quando o processamento do áudio falhou. A aprovação fica na trilha com autor e data.
- E numa emergência acontecendo agora?
- O KABAT é registro e leitura de padrão, não central de monitoramento em tempo real. Numa emergência em andamento, quem responde é a sua equipe e os canais de pronta-resposta. O papel do KABAT vem antes, antecipando o que se repete, e depois, organizando o que foi relatado.
- Quem pode editar a trilha depois?
- Ninguém edita ou apaga um registro já gravado. Uma correção entra como novo registro na trilha, com data e autor, e a original permanece. A cadeia é verificável elo a elo, e qualquer alteração fica evidente, inclusive se partir de nós.
- E se o vigilante simplesmente não registrar nada?
- O painel acompanha o volume de registros de cada posto contra a própria média das semanas anteriores e sinaliza quando algo foge do padrão. Um posto que ficou em silêncio salta à vista. Posto que registra pouco não é posto tranquilo; é posto cego.
- Como se decide a gravidade de um relato ambíguo?
- A gravidade sugerida pela plataforma é só um ponto de partida. Quando a confiança da análise fica abaixo do limiar, ou o tipo é de alto impacto como furto e invasão, o relato não segue direto: entra na fila e aparece no painel como “Precisa revisão”. O supervisor confere com o áudio original ao lado e aprova. Reclassificar a gravidade dentro da plataforma ainda não é possível, então onde a sugestão não convence a decisão é de quem lê o relato inteiro, não do rótulo.
- O sistema cruza a foto com a fala automaticamente?
- Não por visão computacional. A conferência entre o relato e a foto é humana. A plataforma guarda os dois juntos e aponta a evidência; quem confirma é o supervisor.
- Como confio que ninguém ajustou o registro por dentro?
- O áudio original de cada relato é preservado junto do relatório estruturado. Somado à trilha que só aceita novos registros, qualquer ajuste posterior deixa rastro. Nenhum software resolve má-fé na origem; o que o KABAT garante é que nada é ajustado em silêncio.
- O que acontece com os dados se eu cancelar?
- Documentos de cobrança seguem os prazos legais. O restante é mantido enquanto durar a relação e pelo tempo necessário ao exercício de direitos, depois eliminado ou anonimizado. Os detalhes estão no Aviso de Privacidade.
- Quem está por trás do KABAT tem experiência real de campo?
- Cada decisão de produto vem de prática real em segurança física: por que o relatório cita a fonte, por que a trilha não se edita nem por nós, por que o índice de atenção explica a própria conta. As posições que guiam o produto, e onde não abrimos mão, estão na página Sobre.
Ficou uma pergunta de fora?
Faça na demonstração, com a plataforma na sua frente, ou escreva. Quem responde conhece o produto por dentro.